Acabei de o ler.O que é que eu tenho a dizer...?
Bom. Ao princípio achava aquilo tudo muito Margarida Rebelo Pinto e não gostava do ambiente do livro... depois comecei-me a aperceber que a Cecelia Ahern não tinha nada que ver com este ambiente que o livro suscita... mas a culpada (na minha perspectiva, era a tradutora Helena Barbas - senhora que eu acho que conheço mas vamos acreditar que é outra Helena Barbas).
Culpada de quê? Culpada da linguagem excessivamente dramática e muito desadequada... acho que a tradução foi feita muito literalmente e isso não funciona nada bem neste livro... corta um bocadinho o momento. De quando em vez dava por mim a "sair" de repente do livro e a arrepiar-me da tradução mal... adequada. Enfim.
Não chorei uma única vez durante a leitura do livro, só para que fique sublinhado. Acabei-o ontem por volta das 5h/6h da madrugada e fechei-o... e só aí... é que comecei a sentir as consequências de espelhar os livros nas nossas vidas.
De uma maneira geral, gostei.
Spoiler alert!
É um livro que retrata bem a realidade de perder alguém... mas confesso que estava sempre na esperança que o raio do homem estivesse a brincar e ainda estivesse vivo... ou por magia... ressuscitasse... não. Não consegui adaptar-me à ideia como a Holly conseguiu... mas gostei muito que ela no fim, tivesse pronta para recomeçar. E EU SABIA! Desde o primeiro contacto com o cliente da papelaria! Eu sabia que ele era muito fixe e eles podiam ter ali qualquer coisa! Eu devia escrever um livro. Ou então não.
Minha gente. É tudo.
Vou agora ver se vejo o filme do livro... e depois se assim me apetecer, digo-vos o que achei.
Belo comentário ao livro. :P Tendo lido as malfadadas traduções, espero contigo que não seja a mesma Helena Barbas. ^^
ResponderEliminarBtw, adoro o novo look do blog! :D
P.S.: Eu amo-te. :)
E agora estou a sentir-me muito lamechas e apetece-me ler e chorar de novo logo nas primeiras páginas... :X
ResponderEliminarP.S.: Eu amote mais do q ele Ana. Acredita em mim *.*